DDG

 

O DDG é o grão de milho seco por destilação e é um dos produtos de uma indústria de etanol de milho. Este farelo proteico é usado há muito tempo por pecuaristas em países como Estados Unidos, Argentina e Paraguai.

Com a existência no Brasil das primeiras usinas flex, capazes de produzir etanol tanto de cana como de milho, começaram a aparecer os coprodutos da produção de etanol de milho, muito interessantes para serem usados na nutrição de gado de corte.

 

Processo de produção

O processo de produção do DDG começa com a moagem do milho que segue para a fermentação e destilação. Resta, então, a vinhaça completa que é separada por centrifugação em sólidos grosseiros e vinhaça fina. Essa, por evaporação, produz os destilados condensados. Os grossos sólidos passam então pela secagem na rotatória, onde se transformam diretamente em DDG, os Grãos de Destilaria Secos.

O DDG começou a ser produzido no Brasil em 2010, em três usinas flex de Mato Grosso. Entre 2013 e 2014, o DDG começou a fazer parte de alguns confinamentos mato-grossenses em substituição ao farelo de soja nas dietas de bovinos e não decepcionou.

Atualmente, não somente em Mato Grosso, como também os Estados de MS, GO e MG, têm tirado proveito desse coproduto da indústria do etanol, cujos teores de proteína bruta (PB) variam entre 26 a 30%. Segundo o IBGE, em 2016, a produção de etanol de milho no Brasil alcançou o montante de 750 milhões de litros.

Apesar de ser um insumo relativamente novo no mercado brasileiro, o DDG está presente nos confinamentos norte-americanos há mais de 25 anos e sua utilização foi crescendo conforme aumentou a oferta do produto, em decorrência da elevação da produção de etanol de cereais nos EUA.

 

Conheça algumas vantagens do DDG:

– Melhor relação custo/benefício

– De fácil digestão

– Adaptável às necessidades de diferentes rebanhos

– Acessível nas regiões produtoras de grãos