Unem Informa 04

17 de fevereiro de 2020

Unem debate Renovabio com ANP

 

O presidente da Unem, Guilherme Nolasco, cumpriu agenda na semana passada na sede da Agência Nacional do Petróleo (ANP), no Rio de Janeiro. Na reunião com o diretor do órgão, Aurélio Amaral, e com o superintendente de Biocombustíveis e Qualidade dos Produtos, Carlos Orlando, o tema foi o programa Renovabio. A ideia é estabelecer um grupo de trabalho formado por técnicos do setor de etanol de milho e pela equipe técnica da ANP para propor melhorias e adequações ao Renovabio e, principalmente, à Renovacalc, a calculadora do programa.

“Queremos que as especificidades da cadeia do etanol de milho sejam consideradas para que as usinas não sejam comprometidas em suas notas de eficiência energética. Acordamos que haverá uma reunião específica para a qual levaremos representantes das indústrias e certificadoras para discutirmos o tema com a equipe da Renovabio”, revelou Nolasco.

O presidente da Unem aproveitou o encontro para apresentar pleito do setor solicitando mudanças na metodologia de análise da acidez do etanol, conforme o modelo norte-americano. A ANP assumiu o compromisso de rever o método de análise e publicar nova instrução.

A entidade prontificou-se a apoiar a agência na promoção de eventos de qualificação da equipe técnica, com foco em atualização e treinamento. Além disso, Nolasco foi convidado para apresentar um painel geral sobre o mercado, cenários e perspectivas do etanol de milho para técnicos de vários segmentos da ANP, em março.

 

Em busca de mais informação qualificada 

 

Na segunda-feira, a reunião na ANP ocorreu com o superintendente de Produção de Combustíveis, Thyago Grotti Vieira, e com a superintendente adjunta, Heloisa Paraquetti. Na pauta, o desenvolvimento de mecanismos do Sistema de Informação de Movimento de Produtos (SIMP) para o etanol de milho. “A ideia é adequar o sistema com informações pertinentes à nossa cadeia, de forma que seja possível termos análises do setor que permitam um raio-X nacional e regional”, explica Nolasco.

Essa demanda complementa os esforços da Unem em constituir uma matriz de inteligência de mercado focada no setor de produção de etanol de milho. “Existem dados oficiais sobre etanol, mas dispersos por vários órgãos governamentais, como Ministério da Agricultura e ANP. Nosso papel é buscar uma plataforma que integre essas informações e nos permita ter uma visão acertada sobre o setor de forma específica”, afirma o presidente da Unem.

 

Informes gerais

 

A semana contou também com a visita institucional à Etamil Bioenergia, usina de etanol e açúcar do grupo Coprodia, em Campo Novo do Parecis. O presidente da Unem, Guilherme Nolasco, foi recebido pelo diretor presidente, Luis Carlos Loro, e pelo diretor Fernando Giacomet. Além de falar sobre a atuação da Unem, as perspectivas do mercado do etanol de milho e as oportunidades de mercado com o DDG, Nolasco foi informado pelos executivos sobre a previsão de início de geração de etanol de milho na Etamil a partir de junho de 2020.

 

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Em reunião com Mário Cacho, diretor de vendas da Dupont, a pauta foi sobre a realização de evento técnico de etanol de milho a ser realizado pela Unem com investimento da empresa. Foram visitados possíveis locais para realização do evento e analisadas possibilidades de datas.

 

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